Comprando um presente numa loja, quando escuto a seguinte frase proferida por uma moça talvez 19, 20 anos: "Minha mãe perdeu a confiança em mim!" Paguei a mercadoria e fui embora ruminando essa frase. Como alguém perde a confiança em outro? O que realmente está por trás desta assertiva? Se isso acontece, é para o todo sempre? Como pai tenho eu o direito de perder a confiança em meus filhos?
Parece-me uma saga tal situação. Perder a confiança significa estar mais distante daquele (a) que amamos. O desencadeamento de um processo vicioso: quanto maior a angústia, maior o distanciamento; quanto maior o distanciamento, menor a confiança; quanto menor a confiança, maior a angústia.
É preciso quebrar essa corrente. Palavras não são suficientes, ajudam mas não bastam. O foco não está no problema em si. O foco é o que desejamos em nossos relacionamentos. Medo de enfrentar situações é algo real, mas admitir a possibilidade do acordo é o fundamental. Se palavras não bastam, devemos partir para a ação; ter atitude perante à vida. E a vida sempre nos coloca novas oportunidades para acordar com quem amamos. As situações são recorrentes até no dia em que a "nossa ficha cai", e mudamos o comportamento perante os fatos.
Moral e ética têm de andar lado a lado. O voar só é possivel com no mínimo duas asas: o voar a vida tem por asas o conhecimento e a prática. Conhecer, saber, descobrir é uma parte do processo; a outra é vivenciar, experenciar e agir.
Sejamos quem somos, com essência, com magnitude e com Verdade.
Paz e Alegria
Fernando
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Sugestões e críticas